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Martin Winterkorn: “Volkswagen não tolera irregularidades”

O gigante alemão está apostado em limpar a sua imagem, depois do escândalo que rebentou no EUA, envolvendo uma suposta fraude nos valores das emissões da motorização 2.0 TDI EA189.

“A Volkswagen não se compadece com este tipo irregularidades”, “estamos a trabalhar de perto com as autoridades envolvidas para que tudo fique claro o mais depressa possível”, foram algumas das palavras de Martin Winterkorn, CEO do Grupo Volkswagen, num comunicado em vídeo colocado online pela própria marca.

“Este tipo de irregularidades vão contra os princípios que a Volkswagen defende”, “não podemos colocar em causa o bom nome de 600.000 trabalhadores, por causa de alguns”, colocando assim parte da responsabilidade em cima dos ombros do departamento responsável pelo software que permitiu ao motor EA189 contornar os testes de emissões norte-americanos.

Quem poderá suportar a restante responsabilidade por este escândalo será o próprio Martin Winterkorn. Segundo o jornal Der Taggespiegel, o conselho de administração do Grupo Volkswagen vai reunir amanhã para decidir o futuro de Winterkorn à frente dos destinos do gigante alemão. Há quem avance o nome do CEO da Porsche, Matthias Muller, como possível substituto.

Muller tem 62 anos de idade, começou a sua carreira na Audi em 1977 como torneiro mecânico e ao longo dos anos foi subindo na hierarquia do grupo. Em 1994 foi nomeado gestor de produto do Audi A3 e daí para a frente a ascensão dentro do Grupo Volkswagen foi ainda maior, podendo agora culminar com a sua nomeação para CEO de um dos maiores grupos empresariais do mundo.

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