Nissan Juke: reinventado para atacar o mercado

Já se sabe que em fórmula vencedora, pouco ou nada se deve mexer e tendo isso em conta, a Nissan optou por dar um ar mais fresco ao Juke e apresentá-lo em Genebra como uma novidade.

Apesar do aspeto nem sempre consensual do Nissan Juke, a verdade é que o modelo está longe de ser um insucesso da marca. Se as regras ditam que poucas alterações a nível cosmético devem ser feitas para manter a proposta atraente, este Nissan Juke, mais parece ter recebido um creme antirrugas intensivo, durante a noite.

A anterior iluminação do Nissan Juke parecia algo datada e com pormenores que teimavam em não encaixar bem aos olhos de todos. A Nissan resolveu esses pormenores, dotando o Juke com as óticas do 370Z na zona superior onde integra os LED de iluminação diurna e os indicadores de mudança de direção (piscas).

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As mudanças não se ficam apenas por detalhes de outros modelos incluídos no Nissan Juke, a iluminação Xénon, finalmente está presente e acrescenta outro toque distinto, que contribui para a boa aparência do Juke, assim como a nova grelha Nissan, totalmente redesenhada.

No que toca a apimentar e personalizar o Nissan Juke, estão disponíveis um novo teto panorâmico com abertura parcial e novas jantes. Sendo o Nissan Juke um carro que se quer com uma imagem de irreverência e jovialidade, a Nissan disponibiliza também novas cores exteriores e interiores, assim como jantes com inserções na cor da carroçaria.

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Para todos os que consideravam o espaço da bagageira exíguo, a Nissan optou por redesenhar o espaço disponível aumentando a capacidade da bagageira em 40%, apenas nas versões 2WD, para 354L de capacidade.

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No plano mecânico, o alarme por propostas motrizes mais condizentes com os tempos em que se vivem e o facto do Nissan Juke poder ser o 1º carro de muitos condutores, a Nissan resolveu introduzir o bloco 1.2 DIG-T, que na verdade, vem substituir o obsoleto bloco 1.6 atmosférico. O 1.2 DIG-T, recentemente estreado no novo Nissan Qashqai, é capaz de 116 cavalos e 190Nm de binário máximo e os consumos ficam-se por uns anunciados 5,5L/100km, contando em grande parte com a ajuda do sistema start/stop específico e a ausência da tração integral.

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Ainda na oferta a gasolina, o 1.6 DIG-T sofreu uns pequenos toques, para que debite mais binário a baixas rotações, principalmente abaixo das 2000rpm, favorecendo a circulação urbana. Este fator, levou à revisão a taxa de compressão para um valor mais alto e a dotar o 1.6 DIG-T com uma válvula EGR, otimizada para uma menor temperatura de funcionamento.

O bloco diesel 1.5 DC, contínua sem alterações e infelizmente, o Nissan Juke apenas está disponível com o opcional de tração integral na motorização 1.6 DIG-T, que ganha uma caixa manual de 6 velocidades ficando a caixa automática do tipo CVT, que recebe a designação Xtronic, como um opcional.

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Na funcionalidade interior, o novo Nissan Juke ganha novos opcionais: os sistemas NissanConnect, Nissan Safety Shield e o ecrã Around View.

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