Pagani Zonda 760 Nonno: 1.1 milhões de Km’s de prazer e borracha queimada!

Pagani Zonda 760 Nonno, memorável em todos os sentidos. Mais ainda, quando este modelo adquiriu ao longo dos anos o carácter e a personalidade que só os automóveis que pisam a estrada conseguem ter.

O Tim, mais conhecido no mundo motorizado por Shmee150, e um dos maiores «car spotters» do mundo, lançou um vídeo que é de ver, ouvir e chorar por mais. O Shmee150 passou a tarde a bordo de um Pagani Zonda 760 Nonno com 14 anos e mais 1.1 milhões de km’s.

Sim, é verdade… um super-carro que não tem passado a sua gloriosa existência nas profundezas de uma garagem. Se tivesse um, também seria assim. Teria todo o gosto em partilhar com ele o meu dia-a-dia. Tal como defende este japonês ainda mais fundamentalista da máxima “os automóveis foram feitos para serem vividos”.

Pagani Zonda 760 Nonno

Fazendo as contas, 1.1 milhões de Km’s em 14 anos dá uma média 214 km por dia. O que é muito, até para um carro convencional. A minha Volvo V40 por exemplo, é de 2001 e “só” tem 330.000 km. Como se não bastasse, este Pagani foi também o segundo Pagani de sempre a sair da linha de produção da marca italiana. Portanto, não é apenas mais um, como se isso existisse na Pagani…

Mas há ainda mais uma particularidade que faz deste Pagani um automóvel ainda com mais personalidade. Ele não se tem limitado apenas a percorrer mais e mais kilometros, ele tem evoluído ao longo dos anos, quase como um organismo vivo. Nasceu como Zonda Nonno mas está neste momento equipado com os painéis exteriores de um Zonda Cinque e ao nível de desenvolvimento motor de um Zonda 760R, para além de outras pequenas modificações que têm aproximado este Pagani das especificações ideais para o seu proprietário.

É um super-carro como poucos. Que tem marcas e cicatrizes das estradas, os estofos gastos pela utilização, riscos na pintura de uma manobra mal calculada entre outras histórias escritas ao longo do seu «corpo» e que fazem dele algo excepcional. Não sei foi por ter tido 4 horas de «intimidade» com um Pagani  que quase me emociono a ver este vídeo, mas sem mais «filosofia» vejam e digam de vossa justiça no nosso Facebook:

 

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