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O combate às emissões climáticas é, muito provavelmente, o maior desígnio da década. Um combate que se faz em toda a linha, e ao qual a indústria automóvel não pode faltar.

É preciso começar imediatamente. Só na Europa, o transporte rodoviário de pessoas e bens é responsável por 20,4% das emissões de CO2. E a Volvo diz «presente» com um dos planos climáticos mais ambiciosos da indústria. O objetivo da marca sueca é reduzir as emissões de CO2 em 40% até 2025 e não ficar por aí.

Esta meta é na verdade o primeiro passo para um desígnio maior: a Volvo quer ser climaticamente neutra até 2040.

Mas para isso não basta produzir modelos 100% elétricos, zero emissões na estrada. É preciso ir mais longe: é preciso alcançar «zero emissões» em toda a cadeia de valor.

De onde vêm as baterias? Como são produzidos os automóveis? E quando termina o ciclo de vida, para onde vão os seus componentes? São apenas algumas das questões às quais a indústria automóvel tem de dar resposta para atingir estas metas.

Primeiro passo. Fornecedores sustentáveis, baterias sustentáveis

Os recursos naturais do mundo são limitados, mas espera-se que a atividade económica duplique até 2050. Isso significa que a humanidade tem de repensar os padrões de produção e de consumo. Para evitar a escassez, o aumento dos preços, a exploração e em última instância, manter o bem estar social, é fundamental maximizar os recursos naturais reduzindo, simultaneamente, o impacto climático da sua exploração.

baterias
Para assegurar a sustentabilidade dos seus automóveis ao longo de toda a cadeia de valor, e a transparência das matérias-primas, a Volvo foi das primeiras marcas de automóveis a investir na tecnologia blockchain.

Por isso, uma das questões que mais importa ao consumidor é a origem das matérias primas. A escassez de metais raros tem levado muitas indústrias à exploração dos solos em áreas afetadas por conflitos políticos e armados, com potencial risco de violação dos direitos humanos.

O aumento da procura por lítio, cobalto, tungesténio, tântalo, entre outras matérias raras, está a colocar sob pressão os fornecedores. Compete às indústrias assegurar que o fornecimento destas matérias primas, muitas delas fundamentais para as baterias dos automóveis elétricos, é assegurada de forma responsável e sustentável.

Na Volvo, adotaram-se as linhas orientadoras do programa da OCDE para a exploração responsável de minerais. A marca sueca também é membro da IMR — Iniciativa para a Mineração Responsável, uma ONG que desde 2008 estuda, promove e fiscaliza a exploração responsável dos solos a nível mundial.

O fim de vida dos automóveis e das baterias. E agora?

Como temos visto, o compromisso da indústria automóvel moderna começa muito antes da linha de produção, e não termina quando o automóvel sai de circulação. A «segunda vida» dos componentes e das matérias primas continuam a ser importantes.

A Volvo assumiu o compromisso de reduzir em 2.5 mil milhões de toneladas as suas emissões de CO2 através da reutilização e reciclagem de componentes em larga escala.

Este processo tem um nome: economia circular. Na Volvo, este processo inclui a reciclagem de materiais como aço e o alumínio, e o recondicionamento de componentes-chave como transmissões e caixas de velocidades.

A fábrica da Volvo Cars na Torslanda, Suécia, foi a primeira unidade da Volvo a atingir a neutralidade carbónica.

Anders Kärrberg, chefe de estratégia e sustentabilidade da Volvo Cars, é perentório: “Há benefícios inequívocos na economia circular. Se compararmos o impacto de uma peça nova com uma peça recondicionada, reduzimos as emissões de CO2 em 85%. Além disso, existem enormes benefícios em termos de redução do consumo de novas matérias-primas”. Estima-se que até 2040 o consumo de matérias primas no mundo duplique.

Com o crescimento da produção de automóveis elétricos, tornou-se também igualmente importante dar uma «segunda vida» às baterias.

baterias Volvo
A Volvo assume a responsabilidade de reutilizar e reciclar as baterias de todos os seus automóveis a nível mundial.

A marca sueca estima que após 15 anos de utilização, a bateria de um automóvel possa ver o seu ciclo de vida estendido por mais 10 ou 15 anos noutras funções. Do armazenamento de energia durante picos de produção, ao armazenamento de energia para consumo doméstico. Após esse período, a Volvo assegura a reciclagem dos materiais que compõem as baterias, aplicando-os em novas baterias ou em novos componentes.

A SUSTENTABILIDADE É TÃO IMPORTANTE PARA NÓS COMO A SEGURANÇA.

Håkan Samuelsson, CEO da Volvo Cars

História

Sustentabilidade. Mais do que uma missão, uma tradição.

Em 1972, a marca sueca assinou a sua primeira declaração ambiental. O CEO em funções, Pehr G. Gyllenhammar, reconheceu que os automóveis tinham um impacto ambiental negativo e que teriam de trabalhar para o diminuir. Quatro anos depois a Volvo apresentou uma invenção revolucionária, que reduziu as emissões nocivas em até 90%: a sonda Lambda.

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