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E-fuels. Os combustíveis sintéticos que podem mudar as regras do jogo

O envolvimento da Audi nos combustíveis sintéticos, usando CO2 como matéria prima base, demonstra como já é possível hoje produzir combustíveis sem recorrer ao petróleo. Criando um ciclo fechado de emissões CO2, pilar fundamental para uma mobilidade sustentável, poderemos utilizar o termo “Neutro” em emissões CO2.

audi e-fuels

As estimativas apontam para que estejam em circulação, aproximadamente, 1,4 mil milhões de automóveis no planeta. Um número que segundo as previsões continuará a crescer durante a próxima década.

Com elevado grau de certeza, o futuro é elétrico, mas levará anos (certamente décadas) para o automóvel elétrico se tornar no mais vendido globalmente. A substituição de todo o parque automóvel em circulação no planeta por outro, totalmente eletrificado, estender-se-á ainda mais no tempo.

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A mobilidade sustentável, no entanto, não pode ficar à espera por essa transição. O motor de combustão interna continua a ser parte da solução para um futuro com emissões reduzidas. Não só assistimos com frequência a mais avanços no desenvolvimento do motor de combustão interna, elevando a sua eficiência; como mais recentemente vimos importantes avanços relativos aos combustíveis necessários ao seu funcionamento.

É neste contexto que emergem os combustíveis sintéticos, ou e-fuel, uma nova solução tecnológica com um potencial enorme na redução dos efeitos prejudiciais na produção e queima dos combustíveis nos automóveis atuais.

Mas o que são combustíveis sintéticos?

Tal como o nome indica, tratam-se de combustíveis sintetizados a partir de dióxido de carbono ou CO2, e hidrogénio. Ao não serem derivados do petróleo, podem contribuir substancialmente para reduzir a nossa dependência dos combustíveis fósseis.

E ao usarem CO2 como matéria prima, os e-fuel têm o potencial de se tornarem, assim, neutros em emissões de dióxido de carbono (CO2), criando um ciclo fechado neste tipo de emissões. Ou seja: o CO2 emitido durante a sua combustão será reutilizado para a produção de mais combustível.

É possível ter, tal e qual nos combustíveis derivados do petróleo, enorme diversidade de tipos de combustíveis — podemos fabricar gasolina, gasóleo ou qualquer outro tipo de combustível.

audi e-fuels

Os combustíveis obtidos, chamados, por exemplo, e-gasolina e e-gasóleo podem ser misturados com a gasolina e gasóleo convencionais ou podemos usá-los, sem receios, de forma pura. Continuam a ser gasolina e gasóleo, apenas obtidos via outro processo, pelo que os automóveis que temos de hoje não necessitam de qualquer adaptação.

A aposta da Audi

A investigação e desenvolvimento dos combustíveis sintéticos tem sido uma aposta da Audi desde 2009, tendo formado várias parcerias nesse sentido com a Climaworks, Sunfire e a Global Bioenergies.

Os esforços já deram origem a uma fábrica-piloto, em Dresden, na Alemanha, em funcionamento entre 2014 e 2016, onde era produzido “crude azul” a partir de CO2 e água (de onde é extraído o hidrogénio através da água H2O), que era posteriormente refinado em e-gasóleo ou e-diesel, como a Audi lhe chama.

Uma nova fábrica piloto está planeada para Laufenburg, na Suíça, em parceria com Ineratec GmbH e a Energiedienst Holding AG, anunciando uma produção de sensivelmente 400 mil litros de e-diesel por ano.

Em 2013, já a Audi disponibilizava e-gas (GNC sintético) no mercado, produzido na sua fábrica em Werlte, Alemanha. Não existiam diferenças entre encher os tanques pressurizados com GNC (gás natural comprimido) ou o e-gas, já que as propriedades do combustível se mantêm.

O passo mais recente foi na produção de gasolina sintética. A Audi, em colaboração com a Global Bioenergies, conseguiu produzir 60 litros de e-gasolina, a maior quantidade produzida até hoje. Quantidade suficiente para usar num motor de teste, onde os engenheiros da Audi irão examinar o comportamento da combustão e emissões da e-gasolina.

Existem vantagens?

Esta forte aposta nos combustíveis sintéticos por parte da Audi deve-se ao potencial que a marca dos quatro anéis vê na tecnologia. As vantagens são muitas.

Em primeiro lugar não temos de fazer nenhuma alteração aos nossos automóveis para utilizar este combustível, mesmo os mais antigos. A e-gasolina continua a ser gasolina, apenas obtida por outro método.

Não temos de mudar os automóveis, nem a infraestrutura atual de abastecimento. Não é necessário erigir uma nova infraestrutura de abastecimento, como hoje acontece para os veículos elétricos, já que podemos recorrer à mesma que já existe.

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Como todos os e-fuel da Audi, o novo combustível tem muitas vantagens. Não está dependente do crude, é compatível com a infraestrutura existente e oferece o prospeto de um ciclo de carbono fechado.

Reiner Mangold, Chefe de Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis na Audi AG

Os combustíveis sintéticos são de qualidade superior. Ao não derivarem do petróleo, não contêm nem enxofre nem benzeno, pelo que, quando queimados, a quantidade de poluentes é menor.

A e-gasolina que a Audi está agora a testar, revela uma pureza elevada o que lhe garante excelentes propriedades anti-detonação. A qualidade superior da e-gasolina pode despoletar novas evoluções ao nível do motor, como por exemplo, o recurso a taxas de compressão mais elevadas, com consequentes aumentos na sua eficiência.

A produção dos combustíveis sintéticos pode ser conseguida apenas e só via fontes renováveis. De momento, na Audi, a obtenção de CO2 é conseguida através de biomassa, mas a médio prazo será possível prescindir dela — já existem processos para capturar CO2 do próprio ar.

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