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Na cidade do futuro, qual será o lugar do automóvel?

À medida que as cidades vão evoluindo, transformando-se cada vez mais em megacidades, torna-se necessário repensar o papel do automóvel nos centros urbanos.

Audi futuro

Não é preciso ser um perito em urbanismo para perceber que as cidades atuais foram projetadas, em grande parte, com o automóvel em mente. Desde viadutos, túneis, rotundas e parques de estacionamento, o urbanismo tem dedicado grande parte da construção de infraestruturas à melhoria das condições para os automóveis.

Curiosamente, apesar de o urbanismo se ter vindo a focar no automóvel, cada vez mais as cidades têm vindo a decidir impor restrições à sua circulação, desincentivando o seu uso em detrimento de soluções mais amigas do ambiente e que permitem deslocações mais eficazes dentro dos centros urbanos.

Face a esta dicotomia, deparamo-nos com uma questão: qual será o papel do automóvel nas cidades do futuro? É que se por um lado temos infraestruturas construídas que quase que incentivam o seu uso, do outro surgem questões ambientais, restrições cada vez mais apertadas ao seu uso nas metrópoles.

Audi futuro

Uma mudança de paradigma

Ao contrário do que possas pensar (e do que pode parecer), a curva descendente do uso do automóvel nas grandes cidades já se iniciou. Um bom exemplo disso é a cidade de Londres, como vem comprovar um artigo publicado pelo centro de estudo de transportes da University College London, ou a cidade de Madrid.

De acordo com os dados enumerados pela University College London, o uso do automóvel na cidade britânica está atualmente nos 37%, sendo que o pico foi atingido no já longínquo ano de 1990, quando rondava os 50%. Mas a queda não se fica por aqui, com as projeções a apontarem para valores na casa dos 27% em meados do século.

Audi futuro

Já em Madrid, desde 30 de novembro que é proibida a circulação de veículos com motor de combustão interna na zona central da cidade com exceção dos táxis, moradores e veículos de emergência ou prestação de serviços. Tudo para melhorar a qualidade do ar nas artérias centrais da capital espanhola.

Carros partilhados são parte do futuro

Para além da poluição, outro dos problemas normalmente associados à utilização do automóvel nas grandes cidades é…o espaço que eles ocupam. É que a cada carro tem de corresponder um lugar de estacionamento e isso ocupa muito (mas mesmo muito) espaço.

Uma das soluções mais práticas para este problema é o car sharing ou até o ride sharing. O primeiro permite circular dentro das cidades sem ter de se recorrer ao automóvel particular (o que significa mais lugares livres). Já o segundo, vem permitir reduzir o número de carros que entram diariamente nas grandes cidades.

Audi futuro

Face à iminência da troca do automóvel particular pelo comunitário, são já várias as marcas que começaram a trabalhar na área da mobilidade partilhada e conetada. Uma delas é a Audi, que através da HERE pretende fornecer acesso a uma série de serviços de mobilidade como o ride sharingcar sharing.

Carros autónomos e conetados: solução milagrosa?

Outra das formas de assegurar que o automóvel se adapta às cidades do futuro passa pelos automóveis autónomos e conectados. Imagina este cenário: um carro vai a circular e está constantemente em contacto com os que o rodeiam, informando-os acerca da sua localização, destino e velocidade.

Pode não parecer, mas esta simples partilha de informação permite desde logo uma maior fluidez de tráfego. Se a isto juntarmos o facto de esse carro estar equipado com sistemas de condução autónoma, temos todos os “ingredientes” para a redução de um dos principais problemas do uso do carro nas cidades: os engarrafamentos.

Audi futuro carros conetados

Outro dos benefícios da chegada de veículos autónomos às cidades do futuro é a “reconquista” de espaço que o automóvel tem vindo a ocupar nas metrópoles. É que um automóvel totalmente autónomo, ou seja, Nível 5, o mais elevado dos vários níveis de condução autónoma, não precisa de estacionar, permitindo assim ganhos significativos em termos de espaço.

Entre as cidades que beneficiariam com esse espaço extra encontram-se Nova Iorque e São Francisco, que se debatem com um sério problema de falta de espaço que seria facilmente colmatado se pudessem reclamar de volta os milhares de metros quadrados ocupados por inúmeros parques de estacionamento, que poderiam dar lugar a habitação ou espaços verdes.

Audi futuro

Afinal qual será o lugar do automóvel?

À partida, face às projeções de crescimento das grandes cidades e às crescentes preocupações ambientais poderíamos ser tentados a assumir que o automóvel nas cidades tinha os dias contados. No entanto, a realidade é um pouco menos radical.

Apesar de nas cidades a mobilidade vir a assentar, cada vez mais, no transporte público ou em soluções de micromobilidade, o automóvel deverá continuar a ter o seu papel como solução de mobilidade urbana, principalmente em ligação aos bairros periféricos das grandes cidades.

Audi futuro

No entanto, isso não quer dizer que não vá haver evolução, a começar logo pelo menor número de carros em circulação, algo que apenas será possível através de serviços de car ride sharing. Já a chegada de soluções como a conectividade e a condução autónoma vêm solucionar problemas como os engarrafamentos ou a falta de estacionamento.

Por fim, as questões ambientais associadas ao uso do automóvel nas cidades deverão ser solucionadas graças ao crescimento de um paradigma, de cujo começo já assistimos atualmente: o crescimento dos carros elétricos. Para além de permitirem emissões locais de COnulas, estes podem até vir a servir como fontes de energia para casas ou edifícios.

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