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Os benefícios de um automóvel conectado e autónomo

O que teremos a ganhar, seja como condutor ou passageiro, num futuro onde o automóvel conectado e autónomo será uma realidade?

Conectividade, uma palavra cada vez mais familiar no mundo automóvel. Juntamente com a condução autónoma e a propulsão elétrica serão a “espinha dorsal” do automóvel do futuro. O automóvel conectado é considerado atualmente como o “dispositivo” tecnológico que mais cresce após a chegada do smartphone e do tablet.

Prevê-se mais de 380 milhões de automóveis conectados na estrada em 2021, o que alterará, a um nível fundamental, a forma como vivemos, trabalhamos e… conduzimos.

Ainda estamos no início desta revolução — ainda com ramificações difíceis de prever —, mas os benefícios que teremos como condutores e passageiros serão palpáveis — desde as questões relacionadas com a segurança às relacionadas com a eficiência e acessibilidade.

Audi Conectividade

Segurança

Mais de 1,25 milhões de fatalidades por ano ocorrem em acidentes rodoviários no planeta. O potencial do automóvel conectado e autónomo para reduzir expressivamente esse valor é incontornável — talvez o mais importante benefício nesta nova era tecnológica.

O automóvel conseguirá ligar-se à crescente infraestrutura conectada da cidade — V2I (vehicle to infrastructure) ou comunicação entre veículos e infraestrutura, como sinalização luminosa, estradas inteligentes, edifícios, etc.—, e até a outros automóveis — V2V (vehicle to vehicle), ou comunicação entre veículos —, alertando o condutor para situações potencialmente perigosas que estejam à sua frente, mas não à vista: desde acidentes à condição da estrada, alterações nos limites de velocidade ou até potenciais desvios que tenha de efetuar na sua rota.

Sendo também autónomo, o automóvel não só estará equipado com vários tipos de sensores, radares e LIDAR, assumindo o controlo da condução, e ao estar conectado e em comunicação com outros veículos, terá a capacidade para reconhecer e responder aos vários perigos que possa encontrar na estrada, estando mais “consciente” do que está a acontecer à sua volta.

Eficiência

Já referimos como a comunicação entre os veículos conectados e a infraestrutura, ou V2I, beneficiará a segurança automóvel. Mas os benefícios estender-se-ão a outros campos, contribuindo para um aumento generalizado da eficiência, seja a um nível individual ou um mais vasto.

Audi V2I
Ao comunicar com a infraestrutura da cidade, o sistema sabe precisamente quando o semáforo adiante mudará para verde. Pode assim recomendar uma velocidade de deslocação, dentro dos limites, podendo evitar até a necessidade de parar, contribuindo para uma maior eficiência geral e menores consumos.
Audi e-tron conectado
O Audi e-tron pode ligar-se à casa inteligente do seu proprietário, via Wi-Fi, interagindo com o sistema de gestão de energia da casa. Ou seja, o cliente pode carregar o e-tron, apenas quando o custo da eletricidade é mais baixo, tendo em conta fatores como a hora de partida ou o nível da bateria no momento. Caso a casa esteja equipada com painéis fotovoltaicos, é possível carregar apenas com eletricidade gerada por estes.

Um exemplo pode ser dado pelo alertar do condutor/a de que o semáforo em frente irá ficar vermelho, o que poderá permitir ao condutor/a escolher outro percurso, ganhando preciosos minutos na sua deslocação.

Quando aplicamos tecnologia V2I a frotas inteiras de veículos, como por exemplo, transportes de mercadorias ou pessoas no tecido urbano, as possibilidades são ainda maiores — não só na otimização de rotas acordo com a hora do dia, poupando tempo, combustível ou carga (bateria); como uma superior integração no calendário operacional do veículo dos planos de manutenção, ao ter um acesso não só da localização do veículo, como também da sua condição.

Se adicionarmos a condução autónoma a esta equação, o potencial de ganhos mais expressivos é superior, devido à condução mais suave (acelerações e desacelerações) do veículo autónomo, o que poderá permitir poupanças de combustível e/ou carga nas baterias entre 4% e 10%.

Audi Futuro sem engarrafamentos

Ao comunicarem entre eles, V2V, os automóveis autónomos poderão também contribuir para uma redução do congestionamento urbano. Não só poderão circular com distâncias mais reduzidas, como um grupo poderá comportar-se como um carro só, circulando em pelotão, acelerando e desacelerando ao mesmo tempo — estima-se que a velocidade efetiva de circulação possa ser maior, mesmo implicando um pico de velocidade inferior, poupando tempo e combustível ou carga.

Ambiente

O automóvel conectado e autónomo contribuirá assim para a redução progressiva do impacto ambiental no uso que fazemos dele.

Estima-se que no início da próxima década, entre automóveis e veículos pesados de transporte de pessoas e mercadorias, circulem no planeta aproximadamente 1,5 mil milhões de veículos

Com acesso a dados em tempo real sobre tráfego, condições da estrada, condições meteorológicas, etc., assistiremos a reduções nos níveis de congestionamento, nos tempos de deslocação — o que farias com mais uma hora por dia? —, e no número de paragens.

Tudo fatores que ajudarão a reduzir o consumo de combustível e, por associação, as emissões, ao mesmo tempo que elevamos a velocidade média de circulação. Como também já referimos, os carros autónomos, ao conduzirem de forma mais suave que um humano, potenciarão ainda mais estes resultados.

Audi Aicon
Audi Aicon

Por fim, começamos a entrar na era do automóvel eletrificado, onde os carros totalmente elétricos serão os ponta-de-lança na adoção destas tecnologias — como já observámos nos protótipos Aicon e Elaine. Ao trocarmos o nosso veículo no futuro por um com níveis elevados de conectividade e automação, estaremos também a contribuir de forma mais decisiva para a redução do impacto ambiental no uso do automóvel.

Poupança

Poderemos poupar dinheiro com um automóvel conectado e autónomo? Sim, mas à primeira vista, pode parecer que não. A integração da tecnologia necessária para transformar o automóvel de sempre, num veículo conectado e autónomo, não é acessível, reflectindo-se no custo de aquisição do automóvel (algo que deverá diminuir com a disseminação da tecnologia).

A poupança financeira advém, em primeiro lugar, dos ganhos em eficiência — menor tráfego, menor tempo de deslocação, condução mais suave —, seja para o indivíduo, para a empresa, até para os governos — como diz o adágio, “tempo é dinheiro”. Poupamos tempo, poupamos dinheiro.

Em 2011, considerando todos os condutores alemães, ficaram retidos no trânsito o equivalente a 21 anos, o que equivale a um engarrafamento com 450 mil quilómetros de extensão. A inatividade, tempo de espera e desperdício de combustível equivaleram a uma soma de 100 milhões de euros.

De acordo com a KPMG, num estudo efetuado sobre o impacto que estas  tecnologias teriam nos EUA, os automóveis autónomos poderão cortar até 40% os tempos de deslocação, recuperando até 80 mil milhões de horas que se perdem em engarrafamentos o que ajudará a reduzir o consumo de combustível até 40%, o que permitirá uma poupança de até 1,137 biliões de euros.

Acessibilidade

Quando nos referimos ao impacto do automóvel conectado e autónomo nas nossas vidas, talvez não tenha significado maior do que para aqueles que não podem usufruir individualmente dos benefícios do automóvel — os mais idosos, os deficientes motores ou pessoas com mobilidade reduzida.

Audi Aicon

O automóvel conectado e autónomo significa menos dependência e mais liberdade para este grupo de pessoas, até para aquelas tarefas consideradas comuns ou rotineiras, como ir às compras, a um espetáculo, visitar família e amigos ou até não depender de outros para uma consulta no médico.

Abre também mais oportunidades profissionais para os deficientes motores, onde a deslocação casa-trabalho será certamente facilitada, sem estar dependente de uma rede de transportes públicos nem sempre compatível ou adaptada às suas necessidades.

Recolha de dados

Gostemos ou não, o automóvel conectado e autónomo será uma fonte de recolha de dados. Mas engane-se quem pense que recolha de dados significa apenas campanhas de marketing personalizadas.

myAudi app
myAudi
A app myAudi já disponibiliza muitas das funcionalidades para um futuro conectado. Podemos aceder a informação em tempo real sobre o estado do veículo, como autonomia, plano de manutenções e alertas. Podemos também planear a nossa viagem, enviando para o veículo os nossos destinos e rotas. Também podemos operar remotamente o ar condicionado, ou abrir e fechar as portas. A disponibilidade dos serviços na app varia de acordo com o modelo ou versão do modelo.

Ao ser registado a forma como interagimos com os nossos automóveis ou como conduzimos, poderá afetar a forma como os automóveis serão concebidos ou até segurados. Desde simples ajustes a desenvolvimentos mais profundos, os automóveis adaptar-se-ão melhor às necessidades do seu utilizador. Os dados recolhidos darão também informações vitais ao construtor sobre os seus clientes, que poderá providenciar serviços ou produtos de maior relevância para estes.

A experiência de condução sairá também beneficiada, personalizando-a — desde a temperatura a bordo, à música que ouvimos, à iluminação ambiente. Poderão criar-se vários perfis de utilização para um mesmo carro, com o smartphone a ser o meio predileto para essa personalização.

Saindo da esfera individual, os dados recolhidos dos automóveis conectados sobre o comportamento e condução dos condutores, fornecerão dados valiosos para a reorganização da malha urbana, com trajetos redefinidos, assim como o melhoramento das vias de circulação.

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