Arranque a Frio

O Toyota Supra que se deveria chamar… Celica

O novo Toyota Supra, ou GR Supra, tem sido alvo de acesas controvérsias, porque… BMW Z4. Bem, juntemos-lhe mais uma com justificações históricas.

Ontem conhecemos o novo Toyota GR Supra (A90), a quinta geração de uma linhagem que se iniciou em 1978. Como todos os Toyota Supra que o antecederam, também o A90 manteve-se fiel ao motor de seis cilindros em linha em posição longitudinal dianteira e tração traseira.

Controvérsias pelo coração e “costelas” partilhadas com a BMW à parte, pelo menos alguns dos ingredientes que fizeram do Supra o Supra estão, e bem, presentes.

No entanto, no Japão, além do seis cilindros em linha, o novo Toyota Supra terá duas motorizações com apenas… quatro cilindros. Denominadas SZ e SZ-R, têm ambas 2.0 l, um turbo, distinguindo-se pela potência, 197 cv e 258 cv, respetivamente.

Mas quatro cilindros num Supra? Nunca tal houve na sua história — esses estavam destinados ao… Celica. Modelo do qual o Supra derivou durante as suas duas primeiras gerações. O Toyota Celica Supra, como era denominado, distinguia-se por recorrer exclusivamente a blocos com seis cilindros em linha, resultando até em diferenças estruturais para acomodar os blocos mais compridos.

Ou seja, historicamente, será que estes novos Supra de quatro cilindros não deveriam chamar-se Celica? Talvez Supra Celica, invertendo a denominação do predecessor…

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Sobre o “Arranque a Frio”. De segunda a sexta-feira na Razão Automóvel, há um “Arranque a Frio” às 8h30 da manhã. Enquanto bebes o teu café ou ganhas coragem para começar o dia, fica a par de curiosidades, factos históricos e vídeos relevantes do mundo automóvel. Tudo em menos de 200 palavras.

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