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Motor Mercedes AMG revela-se monstro de potência

Surgem relatos de que o motor Mercedes AMG poderá ser bem mais potente do que inicialmente se suspeitava.

Já na pré-temporada verificou-se uma superioridade do Mercedes AMG PU106A Hybrid perante a concorrência. Os resultados da primeira prova do campeonato de Fórmula 1, em Melbourne, na Austrália, demonstraram o domínio desta unidade de potência, com 6 carros equipados com o motor Mercedes AMG a garantirem presença nos primeiros 11 lugares.

Nikki Lauda deixava escapar, antes da saída para Melbourne, que o V6 1.6 Turbo deveria debitar à volta de 580cv. Com o sistema de recuperação de energia ERS (MGU-K mais MGU-H) a adicionar 160cv, o total chegaria aos 740cv. Mesmo que se ficasse pelos 740cv, comentava-se na altura, que isso significaria à volta de 100cv mais que as unidades da Renault e da Ferrari. Mesmo assim, este valor poderá estar longe da realidade.

16.03.2014- Race, Nico Rosberg (GER) Mercedes AMG F1 W05

Um artigo recente publicado no jornal Bild, na Alemanha, adiciona achas para a fogueira, ao reportar que o motor Mercedes AMG poderia estar a debitar uns definitivamente mais monstruosos 900cv, justificando o domínio deste no Grande Prémio da Austrália. Mesmo equipas notoriamente mais modestas, como a Force India, conseguiram resultados no Top 10, indo de encontro a estas alegações de que o valor de potência poderá ser bem superior.

Helmut Marko, da Red Bull, equipada com motores Renault, quando questionado sobre esta eventual diferença de potência de 740 para 900cv, comentou: “De certeza que o motor tem mais potência do que aquela que têm anunciado. A Mercedes não tem tido problemas com o motor e tem potência em excesso.”

Nico Rosberg conseguiu uma vantagem de quase meio minuto para o 2º classificado, o que é considerável. Apesar da desistência de Lewis Hamilton, com um dos cilindros a dar problemas e a revelarem que ainda é necessário limar umas arestas, poderemos estar na presença do motor, ou melhor – do gerador de potência(!) mais dominante da época 2014.