No Grupo B a técnica ponta-tacão era só o início…

O Grupo B encarregou-se de mostrar ao mundo técnicas de condução arrojadas. Trabalho de pés era com estes senhores.

Os carros do Grupo B são hoje, quase, figuras mitológicas que nos levam de volta aos tempos em que co-pilotos de linguagem moderada, caixas sequenciais e limites conscienciosos de potência não entravam no vocabulário.

Máquinas hardcore exigiam que os pilotos «suassem as estopinhas» para conseguirem arrancar bons tempos nos troços. Técnicas como a curva escandinava ou a ponta-tacão, são apenas duas das que ganharam mais fama por esta altura.

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Para além das multidões que invadiam a pista e uma música absolutamente eighties, este video mostra Walter Röhrl a exercer a sua arte no Rally de Portugal de 1985. Um género de bailado de pés ambidextros, sem consignação de pedais, e com um dos melhores pares do mundo: o mítico Audi Quattro.

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