Em nome dos bons velhos tempos…

Share Button

Somos uns saudosistas. Confessamos!

Ainda que aceite de «peito aberto» tudo o que o presente e o futuro do desporto automóvel tem para oferecer – mais performance, mas segurança, mais tecnologia – a verdade é que é impossível não ficar nostálgico perante os clássicos.

Na transição entre a competição de ontem e a competição da atualidade ouve algo que se perdeu… uma aura romântica. Talvez um pouco de pureza e simplicidade. A perfeita simbiose entre homem e máquina foi quebrada.

A NÃO PERDER: A minha primeira vez ao volante de um Porsche 911 Carrera 2.7

Esse casamento de que vos falo, tem hoje um mediador conjugal: um dispositivo electrónico (ou vários…) a meter a colher entre “homem e mulher”. E toda a gente sabe que isso não se faz. Tal como no casamentos, em que uma discussão de vez em quando apimenta as coisas, também nos automóveis um arranque ou uma travagem “queimada” podem ter o mesmo efeito.

Mas não nos desviemos do assunto… O facto é que antigamente havia mais «vida» nas corridas.

Mecânicos com ferramentas na mão, crianças a correr no padock das corridas, pilotos a fumar um cigarro antes de meterem o capacete na cabeça e enfrentarem o derradeiro desafio. O cheiro a gasolina! Hoje parece tudo mais… artificial.

Não vejam isto como uma apologia de regresso ao passado. É admiração. Só isso.

Portanto, em nome dos bons velhos tempos, juntem-se a nós nesta viagem ao passado:

Goodwood Revival:

Segue a Razão Automóvel no Instagram e no Twitter

Diretor Editorial e co-fundador da Razão Automóvel. Tem 29 anos, ama os automóveis mas tem uma paixão secreta: as duas rodas! Praticante de todo-o-terreno, iniciou-se nas lides da condução aos comandos de um Citroen Ax. Não resiste a umas boas curvas, seja no asfalto ou numa folha de papel.